Especial Zivalplast 25 Anos: colaboradores que construíram uma carreira profissional na empresa

O sucesso de uma empresa se deve, principalmente, pelo seu quadro colaborativo. Dedicação, empenho, comprometimento são as palavras chaves que os colaboradores carregam consigo. O Jornal União conversou com os mais experientes da casa para saber as razões que fazem com que eles permaneçam há tanto tempo na empresa, e comprovou que é possível se ter uma construir uma carreira de sucesso na Zivalplast. Para grande parte dos entrevistados, a Zivalplast foi o primeiro emprego e isso é motivo de muito orgulho.

Saber gerir o capital humano de uma empresa é questão de sobrevivência de todo empreendimento. Difícil imaginar uma empresa sem um setor de RH, que é a área responsável por trabalhar a gestão de talentos e que sabe identificar qual função cada colaborador pode ocupar em uma organização. Quem o diga o gerente de RH, Paulo Egydio Peris Amador, 48 anos, que entrou como auxiliar e há 4 ocupa a função de gestor. Em seus 9 anos e 4 meses de Zivalplast, atualmente é encarregado por todo o capital humano da empresa.

Nesse tempo ele coleciona inúmeras histórias, a mais desafiadora segundo ele foi trabalhar com presidiários do regime semi-aberto, em um programa onde os presos trocam parte da pena por trabalho. O papel do gerente foi fundamental para que os presos aprendessem uma nova função. “Há muito preconceito com as pessoas que estão presas e buscam uma nova chance na vida aqui fora. Normalmente quando elas estão encarceradas, não há muita perspectiva de futuro pra elas, até porque o sistema carcerário não possibilita isso. E quando fiquei encarregado em dar a elas um novo norte na vida foi algo muito desafiador”, comenta.

Paulo enfatiza que a Zivalplast oferece oportunidades para quem busca o primeiro emprego. Através do Programa Jovem aprendiz muitos talentos foram descobertos e hoje ocupam cargos estratégicos na empresa. “Aqui temos a oportunidade de mostrar nossos valores, expressar nossas opiniões, é um ambiente familiar. Mantemos também o Plano de Cargos e Salários que oportuniza e reconhece a dedicação dos nossos profissionais”, conclui.

Claudina Rodrigues Leite dos Anjos

Um exemplo de que a Zivalplast incentiva o desenvolvimento de carreira de seus colaboradores é o da gerente de produção, Claudina Rodrigues Leite dos Anjos, de 46 anos. Antes de chegar à gerência, ela já foi auxiliar e analista de PCP. Claudina agarrou cada oportunidade que lhe foi oferecida e seu bom desempenho nas funções logo rendeu o convite para gerenciar o setor de produção. “Em 2004 passei a ser gerente. Levei um impacto muito grande na hora que me comunicaram, pois não esperava. Tinha tantos outros colegas capacitados para a função, mas aceitei o desafio”, confessa.

O momento mais marcante vivido por Claudina na empresa foi o início da pandemia de covid-19. Alguns setores administrativos migraram para o modo home office (trabalho em casa), enquanto o setor que ela é responsável continuou na forma presencial. Mesmo em meio ao medo do vírus até então desconhecido, a gerente sempre buscou encorajar a equipe. “Dizia a eles que enfrentaríamos aquele momento difícil juntos. Me comprometi a ficar junto da minha equipe, e disse à diretoria que só me afastaria caso fosse acometida pela doença. Em tantos anos aqui sou muito grata pelas oportunidades que a Zivalplast me concedeu”.

Gesiel Silva de Paula

O coordenador industrial Gesiel Silva de Paula, 49 anos, é um dos primeiros colaboradores da Zivalplast. Ele ingressou na empresa como impressor reflexográfico, e acompanhou toda a mudança da fábrica da capital para Quatro Barras. “Quando se instalamos aqui havia poucas empresas na cidade, fomos um dos primeiros. Acredito que a chegada da Zivalplast ajudou o município em seu desenvolvimento, não à toa que hoje a região se tornou um grande polo industrial”, comenta.

Morando em Fazenda Rio Grande, todos os dias Gesiel percorre uma distância de mais de 100 km, de ida e volta para casa. A Zivalplast também oportunizou uma carreira lhe oferecendo a oportunidade dele atuar como encarregado, e posteriormente como supervisor. Para ele, o comprometimento da empresa para com os colaboradores, bem como o espírito colaborativo entre os colegas, são elementos que fazem toda diferença no ambiente de trabalho. “Muitos dos nossos colegas se espelham na gente. A empresa abre portas aos seus colaboradores, basta eles aproveitarem as oportunidades. Só tenho gratidão pela empresa oportunizar isso pra gente”, conta.

Laury Soares de Azevedo

O supervisor de manutenção, Laury Soares de Azevedo, 58 anos, é outro colaborador que está na Zivalplast desde a sua fundação. Ele foi contratado como mecânico e hoje é responsável por uma equipe de seis colaboradores. Seu setor desempenha um trabalho importantíssimo para o bom funcionamento da produção. Sempre quando acontece um problema em alguma peça, é a equipe de Laury que fica responsável em consertá-la. Como trabalha diretamente com a manutenção de todo o maquinário da empresa, para Laury a chegada de um novo equipamento é motivo de comemoração e representa que a empresa está evoluindo. “Fico muito feliz quando um novo maquinário é descarregado na empresa. Sei que é mais uma máquina que meu setor ficará responsável, mas também é sinal que a empresa está se modernizando. A cada equipamento novo, uma nova tecnologia é acrescentada na linha de produção”.

Laury passa boa parte do dia na empresa e por isso acredita que os colegas se tornaram uma família. “A Zivalplast é minha segunda casa, às vezes ficamos mais aqui dentro do que com nossa própria família. É um ambiente muito bom de se trabalhar”.

Elaine Fernandes de Paula

No próximo 18 de março, a analista de RH, Elaine Fernandes de Paula, completa 13 anos de empresa. Ela iniciou sua carreira como guincheira no chão da fábrica e dois anos depois recebeu a chance de ir para o RH. Desde que ingressou no RH, Elaine passou a conviver com inúmeras histórias de colegas de outros setores, além das situações diversas de sua função. Dentro dos acontecimentos que marcaram a sua trajetória está até mesmo a de casais que se formaram dentro da empresa.

Outra situação marcante foi a de uma colaboradora que perdeu o filho prematuramente. “A gente acaba vivenciando essas histórias com os nossos colegas. Muitos não trazem apenas problemas do trabalho, mas da vida pessoal também. Quando nos deparamos com situações complicadas, é nosso dever como RH oferecer um tratamento humanizado ao colaborador, dando a ele suporte psicológico e todo o apoio necessário naquele momento difícil”, conta.

Elaine não esconde a gratidão que tem pela empresa, afinal, foi a Zivalplast a primeira empresa a lhe abrir as portas. “Eu entrei aqui através de uma amiga que trabalhava na qualidade. Foi a primeira oportunidade profissional que recebi na vida. A Zivalplast oferece muita chance de crescimento, e eu sou exemplo disso”.

Fernando Oliveira Lima

O supervisor de extrusão, Fernando Oliveira Lima, 43, é outro profissional formado pela Zivalplast. Ele iniciou a trajetória ainda jovem como auxiliar de produção. Nesse período, através do seu trabalho, conquistou muitas coisas. Fernando recorda que os colegas que ingressaram junto com ele na empresa cresceram também, alguns saíram, mas a amizade permanece até hoje. “A Zivalplast ajudou a transformar a vida de muita gente. Muitos colegas que eu ajudei são gratos até hoje pela experiência e aprendizagem repassados enquanto eles estiveram conosco”.

Dentro do convívio corporativo, histórias também marcaram a vida de Fernando. Talvez a mais difícil foi a perda de um colega de trabalho em decorrência da covid-19. Sobre o futuro na Zivalplast, Fernando planeja continuar ainda por muito tempo. “A empresa faz parte da minha vida e tudo que tenho é graças à estrutura que ela me ofereceu. Pretendo me aposentar aqui”, completa.