T-Minas projeta Quatro Barras no cenário Internacional

Empresa tem criado novas aplicações para a bentonita, atendendo a indústrias de nutrição animal, nutrição vegetal, papel e celulose, cerâmica de revestimento e de produtos de varejo ligados à área pet

O Paraná é o segundo estado brasileiro com maior diversidade mineral (o primeiro é Minas Gerais). Praticamente tem um pouco de tudo no Paraná, alguns minérios em grandes quantidades e outros nem tanto. O subsolo paranaense, além de ricas águas minerais e de aquíferos (destacando-se o Guarani, considerado o segundo maior do mundo), tem ouro, gesso, caulinita, terras raras, flúor, níquel, chumbo, xisto, gás, fosfato, ferro, vanádio, talco, bentonita, calcário (a maior fábrica de cimentos da América Latina e sua jazida estão em Rio Branco do Sul, pertencem ao Grupo Votorantim), filito, quartzo, feldspato, granito, basalto. Toda essa diversidade mineral completa três grandes grupos: energéticos, industriais e metálicos.

Quatro Barras tem uma antiga tradição mineral, por causa de suas pedras (granitos) e passou a ser considerada nacional e até internacionalmente devido a uma empresa que, desde que chegou no município, só tem expandido e diversificado suas atividades, gerando empregos,  divisas e ganhos ambientais. Trata-se da T-Minas Bentonitas Industriais, a partir de 2013, com a aquisição da Bentonita do Brasil Mineração S.A.

Além do mercado nacional, começam a ser atendidos países como Colômbia, Guatemala e, em breve, México.

Com investimentos em edificações e tecnologias (buscadas em países como Alemanha e Espanha), a empresa tem criado novas aplicações para a bentonita, atendendo a indústrias de nutrição animal, nutrição vegetal, papel e celulose, cerâmica de revestimento e de produtos de varejo ligados à área pet. Além do mercado nacional, começam  a ser atendidos países como Colômbia, Guatemala e, em breve, México.

A área industrial, que era, em 2013, de 325 metros quarados , teve uma ampliação para 1,5 mil metros quadrados, uma segunda para 3,5 mil metros quadrados. Um novo projeto começa a ser idealizado, de outros 3 mil metros quadrados, totalizando, até 2023, 6,5 mil metros quadrados de área industrial construída, incluindo um novo centro de pesquisas que abrigará pessoas de alto nível de qualificação, bem como, tecnologias de vanguarda ligados à indústria e ao agronegócio.

O número de empregos, que era de três em 2013 (com a Bentonita do Brasil), passou para 25 em 2017, 50 em 2020. Dentro de seis meses, com uma outra linha produtora, serão 60 colaboradores, chegando a 70 em 2023.

Além de empregos diretos e indiretos, movimentações de produtos, serviços, veículos e pessoas, Quatro Barras recebe mensalmente uma parcela do Compensação Financeira por Exploração Mineral (CFEM) – por lei federal, o município que sedia uma jazida mineral recebe 60% da movimentação financeira da CFEM. A T-Minas gera significativos numerários aos cofres municipais, só a partir desta taxa.

Sustentabilidade

A T-Minas tem crescido com preocupações sociais e ambientais. O diretor Felipe Corbellini destaca que “a indústria mineral conduzida dentro da lei gera significativos ganhos ambientais através de da compensação dos impactos inerentes à atividade”.

A T- Minas faz mais do que isso: gera ganhos ambientais expressivos. Para uma jazida com 2,5 hectares (25 mil metros quadrados), a empresa preserva permanentemente 15 hectares (150 mil metros quadrados) de floresta reconstituída com espécies nativas, incluindo a Araucária, dentro da bacia hidrográfica indicada pelo Instituto Água e Terra do Paraná (IAT). As boas práticas de sustentabilidade ambiental são constantemente gerenciadas pela T-minas, com muita responsabilidade, para que a empresa continue promovendo prosperidade por muito tempo à nossa querida Quatro Barras.