Volta às aulas: comerciantes se preparam para a venda de materiais escolares

Embora alguns pais já tenham comprado a lista de material de escolar dos filhos antes mesmo das festividades de Natal e das férias de janeiro, a maioria deixa as compras para a última hora, na semana que antecede o início das aulas, é o que dizem comerciantes da região, que estão com as prateleiras cheias para atender a demanda. Na rede municipal e estadual, as aulas terão início no dia 5 de fevereiro, na rede particular, há escolas que já retornam às aulas no dia 30 de janeiro. 

Os proprietários da Papelaria do Estudante, localizada no Jardim Paulista há 16 anos, afirmam que poucas pessoas compram os materiais escolares em dezembro, e que a maioria deixa para adquirir os produtos da lista uma semana antes do início das aulas. Eles lembram que naturalmente os produtos sempre sofrem um reajuste no preço a cada ano, e que os mais afetados são os itens como cadernos e mochilas de personagens. “Aqui na papelaria nós não alteramos preços na mesma campanha, então o que o cliente viu em novembro, por exemplo, é o que vai até o final, em fevereiro”. Mesmo com a correria do dia a dia, eles notam que os consumidores pesquisam os preços dos materiais antes de realizar a compra. “Eles pesquisam como qualquer outro produto que fossem adquirir”.

Mas, para a aposentada Silvana Rosa de Queiroz, moradora do Jardim Paulista, que adquiriu os materiais escolares para o neto, que está morando com ela, a localização do estabelecimento foi o que contou na hora da compra. “Eu procurei o local mais próximo da minha casa”.

A proprietária da Loja Nina, Ana Paula Padilha Speranseta lembra que o quanto antes os pais fizerem a compra do material escolar, terão a oportunidade de encontrar uma variedade de produtos e preços, que, segundo ela, já estão acessíveis aos clientes. “Alguns pais já estão comprando a lista, mas o maio fluxo de pessoas será três dias ao início das aulas”.

Diferença de preços

Uma pesquisa divulgada pelo Procon-PR, encontrou uma diferença de preços que chega a 131% em estabelecimentos da capital. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 10 de janeiro de 2020 em quatro estabelecimentos de Curitiba. Ao todo, foram pesquisados mais de 100 itens, sendo consideradas, para o levantamento, marcas pré-definidas. A maior variação foi encontrada no Caderno de uma matéria – 96 Folhas, da marca Foroni.

Fique atento!

As escolas não podem solicitar na lista de material escolar ou cobrar itens para a escolas que sejam de uso coletivo, como produtos de limpeza e higiene da escola, itens de papelaria do setor administrativo, assim como materiais em demasia.

 

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